terça-feira, 28 de junho de 2016

Vídeo: Você não pode ser enganado. Mt.24.24



Wanderley Nunes fala da supremacia de Deus sobre todas as coisas, inclusive sobre o diabo, apresentado aqui como um anjo de Deus sob seu domínio. Segundo a ótica Neotestamentária, Todas as hostes, incluindo as satânicas, foram despojadas e vencidas por Jesus. Em Cristo ninguém será enganado, você pode crer?

Exibido todos os dias às 23h30 na TV Bacana Canal - Canal 17

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Vídeo: Sou de Cristo, posso ficar endemoniado?



Wanderley Nunes traz a boa notícia do evangelho e responde a dúvida de muitos: Sou de Cristo, posso ficar endemoniado?

Exibido todos os dias às 23h30 na TV Bacana Canal - Canal 17

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Vídeo: Jesus foi realmente tentado pelo diabo?



Wanderley Nunes em uma argumentação perspicaz e sóbria, faz perguntas cruciais aos seus ouvintes: Se em Jesus havia a impecabilidade, como ele poderia ser tentado pelo diabo? Haveria alguma razão para descrermos na afirmação de Tiago.1.13?

Exibido todos os dias às 23h30 na TV Bacana Canal - Canal 17

quarta-feira, 1 de junho de 2016

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Momento de Reflexão: Como chegamos até aqui



Momento de Reflexão

Como chegamos até aqui
Wanderley Nunes faz um relato da sua trajetória até a mensagem da graça.
Você não pode perder!!!

Sítio Asmitra 

NESTE DOMINGO - 29 Maio de 2016 - 9h 

ENTRADA FRANCA

Informações: WhatsApp (91) 98495-7355
Endereço: Estrada do Icui Guajará II, 154 
Entrada pela feira do 40 Horas 
Icuí-Guajará, Ananindeua - PA

Mapa:



Exibido todos os dias às 23h30 na TV Bacana Canal - Canal 17

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Espiritual ou carnal?




Ouvimos muitas discussões e definições do que seja ser carnal ou espiritual. Se uma pessoa ora muito, se entrega aos cânticos de cunho religiosos, ou mesmo se vale de muitos momentos devocionais, tal pessoa é tida como espiritual. Por outro lado, se alguém é do tipo não afeito a muita oração, cânticos e devocionais… Temos aí um carnal segundo o senso comum.

 Artigos

Mas o que de fato é uma pessoa carnal? Para traçarmos o perfil do que sejam os termos carnal e espiritual, tomaremos dois versículos emblemáticos, o primeiro I Co. 2.15:

Mas quem é espiritual discerne todas as coisas, e ele mesmo por ninguém é discernido…

Em seguida, I Co. 3. 1:

Irmãos, não lhes pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a crianças em Cristo.

Para obtermos o mínimo de compreensão do texto, exige-se a busca do contexto. No capítulo 1. 11, logo depois das saudações, Paulo aponta um problema muito sério que vinha acometendo a comunidade de Corinto, o problema tomara uma proporção de tal monta que chegou aos seus ouvidos mesmo estando em outra cidade.

Os Coríntios estavam divididos nos pensamentos e atitudes, eram partidaristas (I Co. 1.12). Paulo faz uma breve explanação sobre divisões em Cristo (I Co. 1. 13-16), culminando com a fala sobre ter batizado algumas pessoas, afirmando, no entanto, que a prédica sobre o Evangelho sobrepunha todas as coisas (1. 17). A partir desse momento, o apóstolo põe de lado os recursos dos homens – dentre eles a sabedoria – para exaltar a cruz de Cristo.

Lembremo-nos, ele está falando para um público helênico, alguns com influências estrangeiras, mas no geral, a comunidade era grega. A contenda e a divisão girava em torno de quem era o mais importante mentor, Paulo passa então a contrastar a sabedoria humana com a Divina, sublimando a última como lhe era próprio, com o intuito do pôr os homens como peças fundamentais na economia [ 1 ] celeste, entretanto, essa importância era sempre com relação ao todo.

A ideia do texto aos Coríntios não é desprezar a sabedoria dos homens como alguns teimam enfatizar. O que acontece é, quando a sabedoria de Cristo é reconhecida e exaltada, toda inteligência e habilidade humana – seja de quem for : Paulo, Apolo… – se torna microscópica (I Co. 1. 18-25).

No capítulo 2. 1, observamos a proposta Paulina de não discutir ideias e argumentações muito elaboradas, ele buscou apresentar Cristo.

Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram de demonstração do poder do Espírito. (I Co. 2. 4).

Ele claramente está falando do Espírito de Cristo e do poder salvífico que só Jesus, a aleteia de Deus possui. É da sabedoria de Deus – Jesus – que o apóstolo fala, sabedoria que os poderosos e sábios não conheceram, embora já houvesse sido revelada (I Co. 2. 10).

Toda a explanação Paulina segue em torno da sabedoria de Deus, como também sobre o porquê dos poderosos, estudiosos, doutores, e os mais habilitados na fé de Israel não terem reconhecido tal sabedoria: O partidarismo.

Paulo segue argumentando sobre o tema (I Co. 2. 6-16), para logo depois, no capítulo 3. 1-3, nominar os coríntios de “carnais”, como “carnais foram aqueles que não reconheceram em Jesus o Messias. Os coríntios, assim como os líderes da época de Cristo, estavam sendo partidaristas, consequentemente, contenciosos e ciumentos (I Co. 1. 11).

Para o texto de Coríntios, ser carnal não é ser pouco devocional. Ser carnal é ser partidarista, contencioso, é não reconhecer Cristo acima dos homens. O capítulo 1. 12, discorre sobre o espírito recebido pelos coríntios, não era o espírito do mundo, ou seja, um modo de vida voltado para si próprio, para as coisas e conquistas dessa vida, cujo louvor é verticalizado, meramente terreno e humano.

A ênfase da exposição é a recepção do Espírito de Deus, por conseguinte, aquela comunidade deveria ser grata, pois tudo que possuíam de Deus – inclusive os mentores – provinha da graça de Cristo. A fala Paulina aponta para a valorização dos mestres com relação ao todo, individualmente e para si próprio, qualquer obra se torna ínfima e inconsistente, pois somos membros uns dos outros (Rm. 12. 5).

Afinal de contas, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer, conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um (I Co. 3. 5).

Aqui Paulo não está desvalorizando ninguém, muito menos a si próprio, porém expondo sua pequenez e dos seus companheiros com relação a grandiosidade da economia Divina, da qual fazia parte como brilhante colaborador. Vejamos como ele finaliza seu comentário sobre o assunto.

Portanto, ninguém se glorie em homens; porque todas as coisas são de vocês, seja Paulo, seja Apolo, seja Pedro, seja o mundo, a vida, a morte, o presente ou o futuro; tudo é de vocês, e vocês são de Cristo, e Cristo, de Deus (I Co. 3. 21-23).

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Ser carnal, conforme a epístola aos coríntios, é pôr seus interesses – ainda que eivados de “espiritualismo”, devoção e ritos – acima das pessoas, objeto maior do amor de Deus, a ponto de contender, separar-se, e produzir mágoas, tudo feito contraditando a ética de Jesus, aquele que em seus discursos e práticas sempre depôs contra sentimentos e atos mesquinhos.

Façamos um paralelo entre I Co. 3. 3 e Gl. 5. 20,21, teremos duas palavras apontando para obras da carne: inveja e divisões, todavia, ainda que de forma implícita, perceberemos outros sentimentos subjacentes ao segregacionismo dos coríntios: Ódio (falo aqui do sentimento religioso partidarista), dissensões, facções…Tudo produzido em nome de Cristo.

Ser espiritual, em contrapartida, é ter paz (sobretudo com o diferente), paciência, amabilidade, domínio próprio… (Gl. 5. 22,23) [ 2 ].

Em lugar de ficarmos brincando de gato e rato com os que pensam diferente de nós, devemos antes de tudo buscar o acolhimento e o diálogo pacífico, se forem cabíveis. Senão, deixemos o silêncio ganhar voz apenas com a nossa tolerância e paz. Pois se o amor, a graça e a bondade de Cristo não forem retratadas do humano para o humano, a ponto de conscientizar o outro em amor, não serão hostilidade e truculência que farão isso.



Wanderley Nunes




[1] O vocábulo “economia” advêm da junção de duas palavras: oikos (casa) e nomia (lei) oikonomia, podendo ser traduzida literalmente como a lei da casa. Irineu de Lion parece ter sido o primeiro a usar esse termo por volta do III século. Ele usou economia para falar como Deus lidou com a história da salvação. Logo, a economia da salvação diz respeito as riquezas eternas de Deus dispensadas ao homem.

[2] Tanto aqui como em todo o texto, usamos a tradução da nvi.


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terça-feira, 19 de abril de 2016

E o Dízimo?




Geralmente recebo muitas mensagens sobre diversos assuntos, mas há uma que é um verdadeiro recorde: O dízimo.

A pergunta é sempre a mesma: O dízimo deve ser dado por aqueles que receberam a graça do evangelho?

O dízimo é, na verdade, um preceito da lei. Embora Gênesis registre ter Abraão dizimado antes dela, o que parece ter acontecido aí foi o uso do termo em voga só na época da estruturação do texto, como Abraão não sabia nada a respeito de dízimo, é lógico depreender que o termo é um adendo posterior, baseado em um testemunho de que Abraão dera uma oferta voluntária do percentual daquilo que conquistara em suas batalhas, cujas vitórias atribuíra ao seu Deus.

Não observamos no Novo Testamento em nenhum momento, a prática, muito menos a ordem de dizimar, não soa de modo algum Neotestamentário tal preceituação. Além do mais, quem recebeu a graça do evangelho, morreu e ressuscitou em Cristo, e isso, de forma total e inclusiva. O evangelho de Cristo não é compartimentado. Na lei se compartimenta, no evangelho se integra, na lei se doa 10%, no evangelho se entrega a vida.

E o Dízimo?
Ademais, quem entregou a vida jamais fará conta de 10%, para quem assim vive não existe 10%, existe 100%, entrega total… Nesse caso, falar em 10% para quem é Neotestamentário soa até vergonhoso. Quem foi batizado na eclésia e conseguiu discernir isso, vive com sobriedade, porém, de forma plena a sua fé.

Pois em um só corpo todos nós fomos batizados em um único Espírito: quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um único Espírito. (I Co.12.13).

Paulo aqui não se refere a batismo de água, mas ao mergulho místico em Cristo, o estar mergulhado no Espírito, é estar em Cristo. A sublimidade de viver em Cristo, produz como fruto toda sorte de sentimentos e atitudes altruístas (Gl.5.22), mesmo que nunca consigamos - devido a nossa corruptibilidade física - chegar a ser moral e eticamente o que gostaríamos de ser, todavia, a consciência do evangelho nos aperfeiçoará a cada dia, muito embora saibamos que é a graça, mediante a fé que nos salva, o que nos tornará ainda mais agradecidos.

O grande exemplo que temos de gratidão e dedicação no Novo testamento, vem de Paulo, aquele que recebeu o epíteto de apóstolo da graça.

Trabalhou mais que os outros apóstolos: “Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus que está comigo” (I Cor. 15.10). Foi o que mais escreveu epístolas, quem mais difundiu a mensagem do evangelho: Em dois anos falou do evangelho para a Ásia, (At. 19.10); e parte da Europa, Espanha e Itália (Roma), (Rom.15.28-29).

Esse mesmo Paulo deixou bem claro, que se alguém está em comunhão com um grupo e sua instrução advém dele, sem sombra de dúvida, tendo tal pessoa a consciência do evangelho, com alegria e graça cooperará em gratidão por toda instrução recebida, posto que saiba, que nada que faça, retribuirá a benesse usufruída. Observemos o princípio Paulino.

Eles tiveram prazer nisso, e de fato são devedores a eles. Pois se os gentios participaram das bênçãos espirituais dos judeus, devem também servir aos judeus com seus bens materiais. (Rm.15.27).

O mesmo princípio usado com os Romanos, é usado com relação a eclésia de Corinto.

Se entre vocês semeamos coisas espirituais, seria demais colhermos de vocês coisas materiais? (I Co.9.11). Esse mesmo raciocínio já havia antes sido ensinado para a eclésia da Galácia.

E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui (Gl.6.6).

Para quem é do evangelho, para quem é Neotestamentário, não existe dízimo! Dízimo é lei. Na lei se estipulava 10% porque a graça era de Deus, mas não estava no povo. No evangelho, o povo da graça está em Deus, porque a graça de Deus está no povo, e esse, tendo a clareza que assim é, reconhece que se necessita de muita ingratidão e incredulidade, para resumir sua gratidão ao favor imerecido de Deus a meros 10% Mosaicos.


Wanderley Nunes



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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Vídeo: Tenho que Ser um Ganhador de Almas?



Neste vídeo, Wanderley Nunes fala do evangelho que apresenta Cristo sem as estratégias mirabolantes do evangelicalismo atual, antes, o evangelho aponta para uma mudança interior, promovida pela consciência do que de fato seja a vida na fé.

Exibido todos os dias às 23h30 na TV Bacana Canal - Canal 17